08
Jun 10
publicado por Nuno Amado, às 09:12link do post | comentar

 

Não contando com a ocasião feliz em que fiz de público para o talk-show do Marco Paulo, ontem foi a primeira vez em que apareci na televisão. Fui convidado pelo programa “As tardes da Júlia” para promover o meu livro e falar da desilusão amorosa.

Como sucederia à maior parte das pessoas estava algo nervoso. Enquanto esperava para ser maquiado, experiência em si mesmo curiosa e inédita, reparei que não seria o único convidado ligeiramente ansioso. Para me acalmar lembrei-me de que não se ia passar nada de especial, de que todos os dias existem dezenas de programas de televisão com centenas de convidados, que todos os dias aparecem na televisão pessoas que nunca apareceram na televisão.

Acho fascinante que o que é banal ou rotineiro quando visto de fora pode ser, para os que lá estão, excepcional, um momento uma –vez-na-vida.  E que tal aconteça em quase todas as áreas. Uma operação é bem mais banal para um médico do que para o paciente, um casamento para o padre que o celebra do que para os noivos e um programa de televisão é coisa do dia-a-dia para a apresentadora e pode ser um momento único para os convidados, os quinze minutos de fama do Warhol.  

Para quem não viu, a coisa até correu bem. Procurei ser mais gentil que o Dr. Phil, menos hiperactivo/entusiasta que o Professor Marcelo e menos omnisciente que o Nuno Rogeiro. Tarefa fácil, pois 

Não contando com a ocasião feliz em que fiz de público para o talk-show do Marco Paulo, ontem foi a primeira vez em que apareci na televisão. Fui convidado pelo programa “As tardes da Júlia” para promover o meu livro e falar da desilusão amorosa.

Como sucederia à maior parte das pessoas estava algo nervoso. Enquanto esperava para ser maquiado, experiência em si mesmo curiosa e inédita, reparei que não seria o único convidado ligeiramente ansioso. Para me acalmar lembrei-me de que não se ia passar nada de especial, de que todos os dias existem dezenas de programas de televisão com centenas de convidados, que todos os dias aparecem na televisão pessoas que nunca apareceram na televisão.

Acho fascinante que o que é banal ou rotineiro quando visto de fora pode ser, para os que lá estão, excepcional, um momento uma –vez-na-vida.  E que tal aconteça em quase todas as áreas. Uma operação é bem mais banal para um médico do que para o paciente, um casamento para o padre que o celebra do que para os noivos e um programa de televisão é coisa do dia-a-dia para a apresentadora e pode ser um momento único para os convidados, os quinze minutos de fama do Warhol.  

Para quem não viu, a coisa até correu bem. Procurei ser mais gentil que o Dr. Phil, menos hiperactivo/entusiasta que o Professor Marcelo e menos omnisciente que o Nuno Rogeiro. Tarefa fácil, pois


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